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Mundo

Alemães com chance de ouro

Pela primeira vez na história, a equipe alemã de basquete masculino vai a um Campeonato Europeu como favorita. A estrela do grupo campeão em 1993 e bronze no Mundial de Indianápolis é Dirk Nowitzki, que joga nos EUA.

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Nowitzki, a estrela do basquete alemão

"A atual seleção alemã de basquete é a melhor que já tivemos", afirma o presidente da Federação Alemã de Basquete, Roland Geggus, aceitando o rótulo de favorito ao título continental. O Campeonato Europeu na Suécia vai desta sexta-feira até o dia 14 de setembro. Em 2001, haviam ficado em quarto lugar, depois de perder por pouco para a Espanha.

"Podemos derrotar qualquer seleção européia. O importante é uma vitória na arrancada (nesta sexta-feira, contra Israel)", acredita Dirk Nowitzki, 25 anos, 2,11 metros, cestinha do Europeu 2001 na Turquia, com 200 pontos. A estrela alemã do basquete é natural do sul do país e joga no Mavericks, de Dallas, que disputa a liga principal norte-americana (NBA).

Na lista dos candidatos ao título, aparecem ainda a equipe de Sérvia e Montenegro (ex-Iugoslávia), atual campeã, além da Grécia, França, Itália, Espanha e Turquia.

Garantir lugar entre primeiros cinco

Para assegurar uma vaga nos Jogos Olímpicos de Atenas, os alemães têm de atingir as semifinais junto com os ex-iugoslavos. Acontece que, por serem campeões mundiais, eles estão com a vaga garantida, da mesma forma como a Grécia, por ser anfitriã.

O treinador Henrik Dettmann confia que o grupo está maduro para o título, mas observa que a medalha de ouro depende de uma série de detalhes e de um pouco de sorte. "Contamos não só com o alto desempenho de Nowitzki, como também com a experiência de Patrick Femerling (128 jogos pela seleção) e de Ademola Okulaja (ambos jogam na Espanha) e a dinâmica de Mithat Demirel", conta o finlandês que treina os alemães.

O ideal para a equipe da Alemanha seria a liderança do seu grupo B (que tem ainda Lituânia, Letônia e Israel), já que os primeiros colocados das quatro chaves estão automaticamente classificados para as quartas-de-final. O time embarcou para a Suécia com saldo de uma derrota em sete jogos preparatórios.

Sérvios, principais concorrentes

Sem contar com Nowitzki, que estava lesionado, a Alemanha derrotou a Itália, por 78 a 74, no último domingo. Um importante fator psicológico para a equipe: "Foi bom ver que podemos ganhar também sem o Dick", destacou Demirel. Para o alívio de Dettmann, Nowitzki está recuperado, mas outras equipes não têm a mesma sorte.

Os sérvios, por exemplo, não dispõem de quatro jovens estrelas que atuam na NBA, além de Divac, Bodiroga e Tomasevic. Mesmo assim, o técnico Dusan Vujosevic ainda contará com quatro jogadores que atuam no basquete profissional norte-americano.

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