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Mundo

Alemã morre ao combater "Estado Islâmico" na Síria

Jovem de 19 anos havia se unido às forças curdas para defender aldeias cristãs no nordeste da Síria dos ataques da organização jihadista. Ela é a terceira pessoa estrangeira a morrer lutando ao lado dos curdos.

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Combatentes do YPG em Tel Tamr, cidade perto da qual a jovem alemã foi morta

Uma jovem alemã de 19 anos que combatia ao lado de forças curdas foi morta durante confrontos com a organização jihadista "Estado Islâmico" (EI) na Síria, disseram ativistas e representantes dos curdos nesta segunda-feira (09/03).

Ivana Hoffman morreu no sábado, quando lutava ao lado das Unidades Femininas de Proteção (YPG), perto do vilarejo sírio de Tel Tamr, disse o porta-voz da YPG, Nawaf Khalil. O presidente do Partido pela Solução Democrática para o Curdistão (PCDK) no Iraque, Serdar Sitr, e o Observatório Sírio para os Direitos Humanos também confirmaram a morte de Hoffman.

Hoffman, nascida na Alemanha de pais sul-africanos, é a terceira pessoa estrangeira – e a primeira combatente feminina – a morrer lutando ao lado de forças curdas contra o "Estado Islâmico".

Segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, pouco mais de cem combatentes ocidentais se uniram aos curdos na Síria. No entanto, esse número é pequeno em comparação com os milhares de jihadistas estrangeiros recrutados pelo EI e outros grupos radicais.

Hoffman, membro do Partido Comunista Marxista-Leninista da Turquia (MLKP), uniu-se às unidades femininas de combate da milícia curda há cerca de seis meses. Em comunicado, o partido descreve Hoffman como uma atiradora de elite, que havia aderido aos combatentes curdos para defender aldeias cristãs atacadas pelos extremistas do EI no nordeste da Síria.

PV/ap/rtr

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