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Mundo

Al Qaeda assume atentado que matou alemães na Tunísia

Comandante do grupo terrorista de Bin Laden dá entrevista a jornal árabe publicado em Londres. Al Qaeda estaria preparando ataques "ainda mais dolorosos" do que os de 11 de setembro.

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Membros da comunidade judaica verificam os danos causados pelo incêndio na sinagoga de Djerba

Em entrevista publicada pelo diário Asharq Al-Awsat, editado em Londres, Abdul Azeem Muhajer afirmou que a operação Djerba foi executada pelo militante Nizar Seifuddin. Em 11 de abril, o agente de nome de guerra Seif dirigia o caminhão carregado com um botijão de gás que colidiu com a velha sinagoga de Ghriba, na ilha de Djerba, pólo turístico no Mar Mediterrâneo que atrai muitos europeus. A explosão e o conseqüente incêndio mataram 19 pessoas, 14 delas alemãs.

O diário árabe-londrino identifica Muhajer como o mais alto comandante da guerrilha afegã. Para encontrar-se com ele, o correspondente do jornal relata que teve de viajar 12 horas de jipe através de uma região montanhosa. A entrevista deu-se numa barraca, armada provavelmente apenas para receber o jornalista.

Muhajer declarou que o Al Qaeda prepara um novo atentado, "ainda mais doloroso" que os de 11 de setembro nos Estados Unidos. Ele deverá provar que seu grupo "é uma organização sólida". O terrorista advertiu que as operações do Al Qaeda não se limitam a uma determinada região geográfica. Muhajer garantiu que o líder Osama bin Laden e o mulá Mohamed Omar estão vivos. Eles estariam dando seguimento a seu dever de combater os americanos e seus aliados.

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