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Mundo

Ajudar o Afeganistão é lutar contra o terrorismo

Na 2ª Conferência Internacional do Afeganistão, o governo alemão garantiu ajuda duradoura ao país asiático. Segundo o chanceler Gerhard Schröder, será decisivo "o que o próprio povo afegão fizer pelo seu destino".

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Chanceler Schröder (dir.), presidente Karzai (centro) e Lakhdar Brahimi, encarregado da ONU para o Afeganistão

Como a primeira conferência do Afeganistão, realizada no mesmo local há cerca de um ano, também o atual encontro foi uma iniciativa do governo alemão. O ministro das Relações Exteriores Joschka Fischer ressaltou que o país não pode cair no esquecimento: "Trata-se aqui da luta do mundo civilizado contra o terrorismo internacional, o fanatismo irracional e a criminalidade desumana."

Joschka Fischer relembrou o enorme engajamento da Alemanha em projetos especiais no Afeganistão, entre outros, nos setores da educação e dos direitos humanos, assim como na organização da polícia. O volume da ajuda financeira alemã já atinge, conforme o ministro, quase um bilhão de euros.

Também no que se refere à atuação das Forças Armadas alemãs na capital afegã, Fischer garantiu que ela terá continuidade. Para o ministro alemão, ainda não há suficiente segurança no país asiático. Além disto, disse Fischer, é preciso urgentemente estender os esforços de reconstrução e de pacificação às províncias afegãs.

Balanço

Ao lado do presidente Hamid Karzai e da delegação afegã, a conferência de Petersberg reúne representantes dos países prestadores de ajuda, o encarregado da ONU para o Afeganistão – Lakhdar Brahimi, assim como diversos outros representantes das Nações Unidas. O encontro visa fazer uma avaliação do andamento da ajuda prometida em dezembro de 2001.

Há um ano, foi assinado em Petersberg o acordo internacional de reconstrução e futuro político do Afeganistão. O documento prevê, entre outras coisas, a realização de eleições democráticas em 2004. Para que isto se torne possível, será necessária ainda a implantação de uma série de medidas estabilizadoras de caráter prático ou jurídico. Entre outras coisas, é urgente uma reforma constitucional, a fim de garantir o exercício igualitário de direitos políticos pelos cidadãos.

Clique aqui para ler a entrevista exclusiva que o presidente afegão Hamid Karzai concedeu à repórter Sandra Petersmann, da Deutsche Welle:

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