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Mundo

Ajuda nem sempre chega ao destino

Fortes chuvas e estradas devastadas impedem em diversos lugares a ajuda às vítimas. Em muitos casos, os helicópteros que lançam pacotes são a última esperança. Ministro Fischer vai visitar a região.

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Água potável, um dos problemas mais sérios para os sobreviventes

Uma semana depois do maremoto que devastou as costas asiáticas do Oceano Índico, o Ministério alemão do Exterior anunciou uma viagem do ministro Joschka Fischer à região no final da semana que vem. Até lá, espera-se que as entidades de ajuda humanitária tenham superado as atuais dificuldades no socorro aos sobreviventes, permitindo dar início a planos de reconstrução da extensa região afetada, disse o vice-ministro Klaus Scharioth.

A esperança de que milhares de moradores locais e estrangeiros, dos quais não se tem notícia há uma semana, ainda sejam localizados é mínima. Dos turistas desaparecidos, mais de 1000 são alemães. "A cada dia cresce a probabilidade de que os desaparecidos nunca mais retornem", confirmou Scharioth neste domingo (02/01). "Não há o menor motivo para otimismo."

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A necessidade é grande

Fome, sede e doenças

No momento, equipes de resgate e soldados lutam em condições desesperadoras contra chuvas torrenciais para enterrar os cadáveres e prestar assistência aos sobreviventes. Uma força multinacional de socorristas, aviões e barcos transporta sem parar ajuda às áreas mais castigadas. Mas, em muitos casos, em conseqüência da destruição das estradas e pontes, da falta de caminhões e combustível, das linhas telefônicas interrompidas, as caixas se empilham em aeroportos e depósitos, sem poder chegar a seus destinos.

Alguns lugares só podem ser alcançados por helicópteros, em operações custosas e demoradas. "Vamos precisar de muitos dias até poder chegar a certo povoados", diz Jan Egeland, coordenador da ajuda das Nações Unidas.

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Perigo de epidemias cresce

A Organização Mundial de Saúde (OMS) informou que 50 organizações internacionais de ajuda estão operando na região. Cinco milhões de pessoas estão sem água potável, alimentos e não têm as condições mínimas de salubridade. O número de vítimas fatais chega agora a 130 mil, mas a OMS teme mais 50 mil mortes em conseqüência de doenças. Segundo a ONU, 1,7 milhão de pessoas vão precisar de ajuda em forma de alimentos durante meses a fio.

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