A380 FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA | Escreva sua opinião, comentários, críticas ou sugestões | DW | 06.11.2010
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Sua Opinião

A380 FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA

Nossos usuários comentaram esta semana a pane do Airbus A380, pacotes com explosivos, cooperação militar entre França e Reino Unido e a ameaça de ciberguerra. Vale a pena conferir!

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Nos últimos anos, com tantos acidentes aéreos, já desponta um certo temor viajar de avião, sem falar nos perigos do terrorismo. Este caso com o A380, considerado o maior avião de passageiros do mundo, com capacidade para 480 pessoas e de fabricação recente, causa muito temor aos passageiros e companhias aéreas.

Por ter turbinas com a perfeição da empresa britânica Rolls -Royce, não desperta, à primeira vista, nenhuma preocupação, mas por se tratar de avião, sempre temos preocupações. Esperamos que a empresa Rolls-Royce possa solucionar os problemas e devolver a confiança dos passageiros e das empresas aéreas que possuem este gigante dos ares, o A 380.
Odalberto Domingo Casonatto

EXPLOSIVOS DESTINADOS A AUTORIDADES MOBILIZAM SEGURANÇA NA EUROPA

Não se deve combater o terrorismo dessa forma, fogo com fogo. Quando o mal é desafiado, tende a recorrer a armas. Se lhe fizermos o favor de revidar, golpe a golpe, ao final sairemos perdendo, porque cria essa animosidade geral. Se ignoradas, essas armas perdem seu poder cortante.
Sergio Marx

COOPERAÇÃO MILITAR ENTRE A FRANÇA E REINO UNIDO

Com certeza, a cooperação militar entre França e Inglaterra tem como origem a crise econômica que assola a Europa e que provavelmente vai durar três ou quatro anos e por conseguinte forçará a União Europeia à forte redução de gastos públicos, inclusive na área militar.
Carlos Vieira Ferreira

CRESCE A AMEAÇA MUNDIAL DE CIBERGUERRA

A vulnerabilidade dos sistemas de computação é perceptível com a frequência de fraudes virtuais e do acesso oculto a dados sensíveis de corporações e órgãos governamentais, evidenciando a ciberguerra como uma possibilidade real que, ao que tudo indica, deve ser cada vez mais explorada em decorrência do custo baixo em relação ao potencial de dano que, lamentavelmente, tem capacidade de causar nos mais variados setores da economia, a exemplo do ocorrido na Estônia em 2007. Além disso, um ataque cibernético é silencioso, preciso e letal. O alvo, quase sempre, é um setor vital: as centrais geradoras de energia, por exemplo. Talvez o núcleo financeiro do inimigo. Nada de tiros, explosões e bombas inteligentes. O objetivo da luta cibernética nesse caso não é destruir, é paralisar serviços.
Renato Wieser

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