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Cultura

A volta do veterano do rock

Um dos mais antigos astros do cenário pop alemão, Marius Müller-Westernhagen entusiasma críticos e público com seu CD de retorno após um retiro de quatro anos.

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Marius Müller-Westernhagen apresenta seu novo álbum

Ao ser lançado, nesta segunda-feira (04), o CD In den Wahnsinn (Até a loucura), de Marius Müller-Westernhagen, já tinha registrado 400 mil encomendas antecipadas, cifra que corresponde na Alemanha a dois discos de platina. Um êxito estrondoso para o veterano de 53 anos, que interrompera seu contato com o público em 1998.

Um quarto de século de sucesso

Westernhagen é um dos mais bem-sucedidos astros do cenário pop alemão. Estourou nas paradas pela primeira vez em 1978, com o álbum intitulado Mit Pfefferminz bin ich dein Prinz (Com hortelã, sou o teu galã). Na época, tinha cabelos compridos, usava roupas espalhafatosas e fazia um rock'n'roll selvagem.

Na continuação da carreira, foi parar nas telas dos cinemas como protagonista de um filme elogiado pela crítica e que fez grande sucesso de bilheteria, Theo gegen den Rest der Welt (Theo contra o resto do mundo, 1980). Foi sua única incursão pela sétima arte.

Ao retornar como músico e compositor, em 1987, tornou-se o mais popular astro pop da Alemanha, capaz de superlotar os estádios em que se apresentava em suas turnês. Foi justamente a popularidade que o levou a fazer uma pausa, em 1998, após lançar o CD Radio Maria. O concerto de despedida levou 80 mil espectadores a um estádio em Hamburgo.

Para o astro, não existe nada mais perigoso do que o sucesso, porque "você não se sente mais livre". "Após a turnê, era muito difícil ir para a rua e se sentir autêntico", diz ele, explicando por que sentiu a necessidade de se "reinventar".

Emoções extremas

No novo álbum, o 16º de sua carreira gravado em estúdio, Westernhagen apresenta-se rejuvenescido, com ritmos mais vivos, que lembram seus discos mais antigos, e letras que expressam, como ele mesmo diz, "emoções extremas".

Ele afirma que a colocação na parada e a vendagem pouco lhe interessam, "porque isso tem muito pouco – ou talvez, nada – a ver com a qualidade artística de um produto". Mas admite, em entrevista à revista Der Spiegel, que seu ego provavelmente se sentiria ferido, se o novo CD não levar o público a acompanhá-lo "até a loucura".

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