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Sua Opinião

"A QUEDA" – OS ÚLTIMOS DIAS DE HITLER

Os temas comentados por nossos usuários esta semana foram:o filme sobre Hitler, cultura versus conflitos, liberdade de imprensa, internet, Joschka Fischer, e importação de tecnologia.

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Humanizar figuras como Hitler?! Eu acho que torná-los monstros inibe nossa condição de seres pensantes e inibe nossa capacidade de compreensão. Somos humanos e temos brutalidade dentro de nós, caracterizada na forma de instintos hostis de preservação e sobrevivência. Tais instintos se manifestam em concorrência desenfreada. Assumir esses instintos e conviver com eles, administrando-os para uma melhor convivência entre os povos é primordial.
Gostaria de ver mais filmes sobre outros genocidas da história: filmes sobre o massacre de My Lai, sobre os centenas de milhares de cristãos assinados pelos comunistas russos; sobre o assassinato de palestinos, sobre a guerra do Congo e porque não, sobre a bomba de Hiroshima e Nagasaki.
Heubel

A Alemanha não deve se esconder do seu passado histórico. Falar de Hitler não denigre a imagem do país. E os filmes apenas mostram parte da sua história.
Marcio Burkert

Filmes como "A Queda" demonstram apenas o que é verdade, Hitler é um ser humano como outro qualquer, porém uma pessoa tomada pelo ódio e pelo poder.
Ed Matind

Não acredito no risco de humanizar a figura de Hitler. Tal assunto faz parte da história da Alemanha; não há como ignorar, aliás está na hora de parar de se penitenciar desta fase de sua história.
A.Luiz Brenneisen Carlberg (Joinville - SC)

CULTURA VERSUS CONFLITOS
Acredito que a cultura possa servir como instrumento de prevenção de conflitos sim, e também que o governo da Alemanha deve tomar iniciativas para manter a sua imagem de país com maior influência cultural no mundo, pois representa uma parte importante da cultura mundial, especialmente a literatura e a filosofia, que é dela, mas é da Humanidade também.
João Bosco da Encarnação

Sim, a cultura pode prevenir conflitos. Aliás, a única forma de prevenir conflitos é a coexistência e tolerância não necessariamente de contrários, mas de diferentes. Biodiversidade e fraternidade. Pelo fim da exploração do homem pelo homem. Pelo fim da exploração de um povo por outro povo. Haverá sempre algo a aprender de outro homem e de outro povo/nação. Biodiversidade!
Volnylson Almeida de Castro


LIBERDADE DE IMPRENSA
Todo o direito e toda liberdade sempre encontrará pela frente o direito e a liberdade do semelhante. No presente caso, deixemos de lado a questão da liberdade de imprensa, uma vez que a imprensa está a serviço do interesse de informação do público. Assim, a questão a ser proposta é um pouco diferente: qual o direito mais importante – o de informação ao público ou o da privacidade da celebridade? Ou, então: interessa ao público conhecer aspectos pessoais, fora da área de atuação principal, de uma celebridade e, em contrapartida, tem a celebridade o direito de esconder do público parte de sua vida? Como em todas as questões de natureza ética, me parece que a solução está no equilíbrio, no meio-termo, na chamada justa medida. É certo que o público tem direito a saber sobre sua celebridade algumas informações que vão além da sua área de atuação e toda celebridade precisa aprender a conviver com isso. Por outro lado, porém, a celebridade, antes de mais nada, é também um ser humano e normalmente dotado de alguma característica especial. Justamente por sua humanidade e sua especialidade, merece um espaço íntimo, só seu.
O que é, então, equilíbrio nesta questão? Bom, aí começa outra discussão.
Hélio Büllau

INTERNET E MANIPULAÇÃO
É inconcebível a internet manipulada pelos mais diferentes interesses de grupos, de empresas, de religiosos (principalmente) ou de Estados. Seria repetir as grandes e bestiais tragédias que a humanidade vem experimentando há milênios como: a da Inquisição do Santo Ofício, a da corrupção generalizada e o crime institucionalizado, hoje dominando principalmente as instituições judiciárias e policiais dos países subservientes, causada pela proibição de algumas drogas, para satisfazer interesses intervencionista da dominação imperialista dos EUA. E, por último, para satisfazer os mesmos interesses espúrios, sob o pretexto de combate ao "terrorismo".
Joaquim Izidro Souto Fontes

FISCHER NO ORIENTE MÉDIO
Acho que o exemplo do Sr. Ministro deveria ser seguido por muitas pessoas que detém o poder nas mãos e não o fazem, a sua coragem e o seu interesse pelos injustiçados fazem com que tenhamos esperança de que mais homens de bem surjam e juntem-se ao Sr. Fischer e que seus esforços logrem êxito para o bem de todos. Mas tenho a certeza de que sua jornada não será em vão, precisamos acreditar que dias melhores virão, peço a Deus que abençoe este seu empenho por todos nós.
Maria Aparecida Neubaner Luiz

IMPORTAÇÃO DE TECNOLOGIA
É claro que o Brasil deve importar tecnologia! Se a Alemanha é uma das pioneiras nesse ramo, que exige tecnologia de ponta cara, porque não? Nós devemos aproveitar o que há de melhor no mundo para nosso próprio benefício. Está mais do que na hora de o Brasil fazer uso da sua principal riqueza: o clima tropical e a terra rica que possuímos. Eu sou arquiteto e sou interessado na área de Energias Renováveis, estive há pouco tempo na Alemanha e pude comprovar a grande importância dada à captação de energia limpa. É impressionante a quantidade de catadores de vento para geração de energia eólica ao longo de todo o país. Nós temos que aproveitar a experiência e tecnologia alemã sim, para benefício do nosso país!
Marcus Soares