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Economia

A história do selo Made in Germany

A identificação Made in Germany (Feito na Alemanha) não partiu do governo, nem das empresas alemãs, mas da Grã-Bretanha.

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Câmera Leica com a inscrição identificando sua origem alemã

De acordo com a lei britânica de marcas comerciais (Merchandise Marks Act) de 1887, todos os produtos importados para o país deveriam ser identificados como estrangeiros.

O objetivo era principalmente combater a indústria alemã, que copiava marcas britânicas. Com a indicação das mercadorias "de má qualidade e baratas", o consumidor britânico teria como distinguir rapidamente os produtos nacionais dos importados.

Em pouco tempo, porém, o selo Made in Germany tornou-se símbolo de credibilidade e qualidade, o que nem a famosa campanha Buy British (Compre britânico) conseguiu mudar. O êxito da expressão levou o empresariado alemão a adotá-la em todas as exportações, mesmo para os países que não a exigiam.

A separação da Alemanha em dois estados após a Segunda Guerra Mundial trouxe problemas de identidade, pois as empresas da Alemanha comunista foram igualmente autorizadas a usá-la. As companhias do lado alemão oriental tiveram o direito reconhecido pela Lei contra Concorrência Desleal (UWG), pois suas antecessoras também participaram do "surgimento e evolução da fama mundial do selo" anterior à divisão do país.

As empresas da Alemanha Ocidental não aceitaram ser misturadas num único selo e assim mudaram a identificação de seus produtos para Made in West Germany. Poucos anos após a reunificação do país em 1990, a referência ao lado ocidental caiu em desuso.

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