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Esporte

A 100 dias dos Jogos Olímpicos, Londres se diz pronta

Celebração festiva marca a contagem regressiva. Organizadores buscam equilíbrio entre a segurança dos competidores e a garantia de que os espectadores não sejam oprimidos por esta segurança.

"Londres está pronta para receber o mundo", disse Denis Oswald, presidente do Comitê Olímpico Internacional, nesta quarta-feira (18/4), exatamente a 100 dias do início dos Jogos Olímpicos, em 27 de julho. Uma série de comemorações nesta quarta-feira marca a contagem regressiva para os jogos.

Numa cerimônia realizada no parque Kew Gardens, foi feito no chão um desenho gigante dos anéis olímpicos, utilizando mais de 20 mil flores. Também foi revelado o lema oficial dos jogos: "Inspire uma geração".

As dúvidas sobre a capacidade de o Reino Unido organizar um evento deste porte foram dissipadas há muito tempo. "Podemos sentir que Londres já está com a febre dos jogos. Nós não temos dúvidas que este verão (europeu) será como nenhum outro no Reino Unido", disse Oswald.

Garantir uma Olimpíada inesquecível para Londres e para milhares de atletas e visitantes que virão à cidade para ver a cerimônia de abertura, em 27 de julho, é a responsabilidade do comitê organizador, presidido por Sebastian Coe. "As expectativas são altas e não queremos desapontar", comentou.

A lembrança da facilidade perturbadora com a qual um grande evento esportivo pode ser interrompido veio neste mês, quando um intruso invadiu a regata universitária anual entre Oxford e Cambridge.

Mais de 20 mil flores foram usadas para desenhar os anéis olímpicos

Mais de 20 mil flores foram usadas para desenhar os anéis olímpicos

Segurança na medida certa

Em entrevista, Coe disse que é preciso um equilíbrio entre a segurança dos competidores e a garantia de que os espectadores não sejam oprimidos por esta segurança. "Os competidores estão fazendo algo de alto nível, eles devotam a sua juventude para estar aqui", observou. "É nossa responsabilidade garantir um ambiente seguro para a competição, mas não queremos que os visitantes sintam que vieram a uma cidade sitiada", completou.

Apesar da preocupação quando a um caos no trânsito nos dias dos Jogos, Coe também é otimista: "No período dos jogos será diferente", comentou. "A cidade irá parecer diferente, estará diferente, já está diferente".

Questionado sobre o alto custo para um evento esportivo em período de crise, Coe disse que isso seria um argumento se as Olimpíadas fossem apenas um festival esportivo. "Mas, é claro, não é", disse. "Nós regeneramos neste processo grande parte do leste de Londres, nós transformamos a vida de muitos jovens que lá vivem".

"Nós temos a oportunidade de mostrar mais amplamente o país para quatro milhões de pessoas, não só o esporte, mas as nossas comunidades culturais. Temos a capacidade para hospedar 200 países".

Há milhões de pessoas de todos os cantos do país que estão nos ajudando a possibilitar estes jogos. "Então, isso vai muito, muito além de apenas 16 dias de competições", comentou Coe.

A rainha Elisabeth fará a abertura dos Jogos, dando a Londres a honra de ser a primeira cidade a sediar por três vezes os Jogos Olímpicos da Era Moderna (1908, 1948 e 2012).

KR/dpa/rtr/afp
Revisão: Roselaine Wandscheer