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Mundo

Aéreas americanas proíbem transporte de troféus de caça

United, American e Delta Airlines proíbem em seus aviões o envio de carga contendo animais caçados, após a controvérsia gerada pela morte do leão Cecil por um americano no Zimbábue.

Três empresas aéreas americanas anunciaram que vão banir o envio de troféus de caça em seus aviões, após a controvérsia gerada pela

morte do leão Cecil

por um caçador americano no Zimbábue.

A American Airlines disse nesta terça-feira (04/08) que vão se juntar às aéreas Delta e United Airlines para banir o transporte dos animais conhecidos como "big five", por serem os cinco mais difíceis de serem caçados à pé.

"Com efeito imediato, não vamos mais transportar troféus de leões, leopardos, elefantes, rinocerontes e búfalos", afirmou a empresa em seu perfil no Twitter. A medida foi anunciada em pleno auge da estação de caça em alguns países africanos.

A Delta, a única empresa americana que possui voos diretos de Johanesburgo para os Estados Unidos, informou que vai analisar suas políticas de aceitação de troféus de caça junto às agências governamentais competentes e outras organizações.

As decisões das empresas americanas ocorreram após medidas semelhantes serem tomadas pelas companhias aéreas Lufthansa Cargo, Emirates e South African Airways,

A morte do leão Cecil no Zimbábue por um dentista e caçador de troféus americano gerou comoção internacional. O animal era o favorito dos visitantes do Parque Nacional de Hwange e usava uma coleira com GPS, como parte de um estudo da Universidade de Oxford.

As autoridades do país

acusaram recentemente outro americano pela morte de mais um leão no país

. O governo informou que um organizador de safáris foi preso numa operação de repressão à caça próxima à reserva onde Cecil vivia.

O dentista Walter Palmer matou o leão mais popular do Zimbábue com um arco e flecha e pagou em torno de 50 mil dólares pela caçada ilegal. Sua

extradição chegou a ser pedida

pelas autoridades zimbabuanas.

A caça recreativa foi suspensa no Zimbábue, que cassou permissões especiais concedidas pelas autoridades dos parques de vida selvagem.

RC/rtr/afp

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