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Mundo

Ação militar russa encerra o seqüestro em Beslan

As forças de segurança russas invadiram a escola em Beslan, na Ossétia do Norte, encerrando o seqüestro que já durava três dias e libertando a maioria dos reféns. O número de vítimas ainda não é conhecido.

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Crianças libertadas do jugo dos terroristas chechenos

"A escola está nas nossas mãos", afirmou o comandante das forças de segurança russas numa entrevista coletiva à imprensa, após a ação militar. No ginásio esportivo da escola de Beslan, os terroristas chechenos mantinham os seus reféns, cujo número total é objeto de controvérsia. As avaliações variam entre o dado oficial, de 354 pessoas, e a informação de uma refém libertada, que falou de 1020 pessoas no poder dos seqüestradores.

Anteriormente, o deputado Dimitri Rogosin já afirmara que as forças de segurança teriam invadido a escola e que toda a situação já estaria sob controle das autoridades. As agências de notícias russas informaram que no mínimo 40 feridos ou mortos teriam sido retirados do prédio. Outras fontes chegam a falar de mais de 200 vítimas.

Explosões e tiros

Testemunhas oculares afirmaram que o teto da escola teria desabado. Helicópteros militares sobrevoaram o local e os seqüestradores fizeram disparos contra todos os alvos possíveis, declararam as testemunhas.

A primeira explosão foi seguida de uma outra denotação fortíssima; o prédio da escola e todas as suas imediações foram inteiramente envoltas em fumaça, afirmou-se. Um grupo de terroristas teria tentado fugir para a zona residencial próxima, tendo sido perseguido pelos policiais.

Pouco antes das explosões, dois veículos dirigiram-se para a escola, a fim de recolher os corpos de vítimas, que haviam sido jogados no pátio. Tal ação teria sido combinada com os terroristas, segundo informação do comando policial.

Dois atentados suicidas

Já no primeiro dia do seqüestro, duas terroristas teriam cometido suicídio, matando consigo um grande número de reféns. Neste incidente da manhã de quarta-feira, foram mortos 21 homens, de acordo com o relato de uma refém que logrou fugir da escola. Não existe, contudo, uma confirmação oficial de tal notícia.

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