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Alemanha

Ação das tropas alemãs no Afeganistão continua indefinida

O Parlamento aprovou o envio de soldados alemães, mas ainda não foram definidas datas nem locais para a missão antiterror no Afeganistão.

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Grupos especiais da Bundeswehr foram treinados para missões em caso de guerra química ou biológica

Com exceção das forças de combate da Marinha, que seriam utilizadas no Oceano Índico, ainda não está definido quando nem onde o contigente das Forças Armadas alemãs será utilizado na guerra antiterror liderada pelos Estados Unidos no Afeganistão.

As tarefas já são conhecidas, entre elas o rastreamento e a análise de materiais atômicos, biológicos e químicos pelos tanques Fuchs. Cerca de 800 soldados desse regimento devem ser empregados nas futuras ações em território afegão. Mas não há data nem local previstos para o início da operação. Os tanques Fuchs já foram usados pelos exércitos americano, britânico e israelense na Guerra do Golfo, em 1991.

O governo alemão quer deixar até 500 soldados a postos para o transporte aéreo de material e de pessoas no Afeganistão. Para isso, seria empregado o gigantesco Transall C-160, um avião com capacidade para vôos rasantes, úteis na distribuição de pacotes de alimentos para ajuda humanitária.

Comando especial - O destacamento alemão conta ainda com uma força especial de cem membros para ações rápidas de salvamento e evacuação de feridos em terrenos de difícil acesso, como as montanhas afegãs. O Comando de Forças Especiais (KSK) estaria à espera de um pedido americano para ser acionado. O chanceler federal alemão, Gerhard Schröder, ofereceu mais 250 homens do Exército para atuarem ao lado do KSK.

Além dos contigentes aéreos e terrestres, os navios da Marinha estão preparados com 1800 homens para o patrulhamento do Oceano Índico. Eles evitariam ataques às embarcações petrolíferas atracadas em portos de países aliados na guerra antiterror, no Mar da Arábia.

Para completar o destacamento de 3900 soldados, o governo alemão fornecerá 250 médicos e enfermeiros militares, equipados com uma UTI aérea, entre outros recursos, ao lado de 450 soldados das tropas de apoio, para a proteção dessas operações médicas.