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Economia

3 bilhões de euros de incentivo à tecnologia da informação

O objetivo é colocar o país na liderança da internet móvel até 2006 e recuperar terreno nos segmentos de mercado em que os alemães haviam ficado para trás.

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A ministra Edelgard Bulmahn apresentou o projeto na terça (26) em Berlim

O governo federal alemão anunciou hoje um investimento de 3 bilhões de euros para a pesquisa na área da tecnologia de informação. O programa IT-Forschung 2006 foi apresentado nesta terça-feira (26) em Berlim pela ministra da Educação e Pesquisa Edelgard Bulmahn e pretende devolver à Alemanha a posição de ponta no desenvolvimento tecnológico.

São duas grandes frentes: 1,5 bilhão de euros foram destinados diretamente ao fomento de projetos tecnológicos. Outro 1,5 bilhão será aplicado na melhoria de instalações para pesquisa. De acordo com dados do Ministério, o investimento no setor aumentou cerca de 39,5% desde 1998, incluindo o segmento de novas mídias.

Entre os temas centrais estão internet móvel, redes ópticas e softwares. Segundo Bulmahn, o desenvolvimento de softwares prontos para serem lançados no mercado a partir dos resultados das pesquisas é um objetivo primordial.

Os critérios de liberação da verba também serão notavelmente simplificados, de forma a facilitar o acesso de empresas de pequeno e médio porte, que hoje são cerca de 98% do total de 20 mil empresas alemãs em atuação no segmento de software. Apenas 16% desse número vinha tendo acesso à verba de incentivo.

Metas - O objetivo é posicionar a Alemanha na liderança em tecnologias de internet e recuperar o terreno em segmentos de mercado, nos quais o país havia ficado para trás. Além, claro, de criar novas vagas de trabalho. "Nossa meta é sermos os melhores do mundo em Internet móvel até 2006", disse a ministra. "No que diz respeito à telefonia móvel, a Europa, principalmente a Alemanha, já está anos à frente dos Estados Unidos", afirmou.

Segundo Jörg Harms, vice-presidente da Federação Alemã de Empresas de Informática, Telecomunicações e Novas Mídias (Bitkom), o segmento possui hoje o mercado de trabalho que mais cresce na Alemanha com 822 mil empregados. A participação no produto interno bruto, entretanto, é de apenas 6,8%, o que confere à Alemanha o penúltimo lugar na escala da UE. É aí que o programa do governo vai ajudar, acredita Harms.

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