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Economia

2001: Ano péssimo para a construção civil

A construção civil faturou 10% a menos este ano. O setor está em crise desde que acabaram as grandes obras de infra-estrutura nos anos após a reunificação alemã.

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Canteiro de obras da Philipp Holzmann, uma das empresas afetadas pela crise

Para o setor da construção civil na Alemanha, 2001 foi o pior ano na história do pós-guerra, segundo Michael Knipper, secretário-geral da Federação Alemã da Construção Civil.

O faturamento caiu cerca de 10% este ano. Knipper citou várias causas da crise, que já se arrasta há cinco anos: o desaquecimento geral da economia, que foi mais forte do que o esperado, a suspensão de investimentos de parte da iniciativa privada, especialmente após o 11 de setembro, e a contenção de gastos no setor público, que acarretou menos obras de parte da União, estados e municípios.

O setor conta, porém, com uma lenta recuperação dos negócios. Os primeiros sinais positivos já seriam notados no setor imobiliário e de construções industriais.

94 mil desempregados - Os dados divulgados pelo Departamento Federal de Estatísticas confirmam o quadro de crise. Em outubro, a construção civil teve uma queda de 3,4% das encomendas; o faturamento diminuiu 2,5% para 17,4 bilhões de marcos. As empreiteiras empregavam cerca de 959 mil trabalhadores, 9% ou 94 mil pessoas a menos do que um ano atrás.

O Instituto da Economia Alemã chamou a atenção para o peso da crise da construção civil no quadro geral da economia alemã. O PIB (Produto Interno Bruto) da Alemanha cresceu, em média, 1,8% entre 1995 e 2000. Não fosse o fraco desempenho do setor, o crescimento teria sido de 2,3% ao ano.