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Alemanha

Índices de criminalidade diminuem na Alemanha

Estatísticas nas dez maiores cidades alemãs apontam que Munique tem o menor índice de criminalidade e Frankfurt o maior.

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Frankfurt: aeroporto internacional contribui para alto número de delitos

Frankfurt, "capital financeira" da Alemanha, é também a cidade com maior número de delitos no país, tendo registrado em 2006 16.378 crimes por cada cem mil habitantes.

Situada à beira do Reno e conhecida pela paisagem de arranha-céus, pouco comum nas cidades alemãs, Frankfurt vem logo acima de Düsseldorf, na escala criminal do país, onde foram registrados no último ano 14.989 crimes por cem mil habitantes. Berlim fica em quinto lugar na escala, com 14.632 crimes pelo mesmo número de pessoas.

"Criminalidade importada"

Berlin - Silhouette mit Fernsehturm p178

Berlim: metrópole tranqüila

Segundo autoridades policiais em Berlim, a capital alemã, ao lado de Hamburgo, Frankfurt, Bremen, Dortmund e Essen apresentou uma redução no número de delitos em 2006, comparando-se os índices ao ano anterior. Enquanto Düsseldorf, Colônia, Stuttgart e Munique tiveram um aumento dos crimes registrados, em comparação a 2005.

Christian Pfeiffer, diretor do Instituto de Pesquisa em Criminalística do estado da Baixa Saxônia, aponta para o fato de que Frankfurt aparece como primeira no ranking do índice de delitos do país. Isso porque os crimes cometidos na área do aeroporto internacional – um dos maiores da Europa – são contabilizados na estatística da cidade. "É uma criminalidade importada. Os habitantes de Frankfurt, contudo, não têm tendências mais criminosas do que os de outras cidades alemãs", afirma Pfeiffer.

Papel da mídia

De forma geral, os índices de criminalidade na Alemanha demonstram uma tendência de redução nos últimos anos. Entre os fatores para tal decréscimo está, segundo especialistas, o envelhecimento da população do país.

Analistas apontam ainda que, apesar de o número de delitos criminais estar diminuindo no país, a mídia vem divulgando cada vez mais crimes relacionados a estupros e violência sexual.

Segundo Pfeiffer, o noticiário sobre tais delitos triplicou nos últimos dez anos na mídia impressa e se tornou seis vezes mais recorrente nas emissoras privadas de TV. O que faz com que as pessoas acreditem que a freqüência de tais crimes aumenta e não diminui, como registram, de fato, as estatísticas.

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