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Esporte

"É preciso ter paciência", diz médico de Schumacher

Francês que acompanhou ex-piloto em hospital de Grenoble diz que reabilitação pode levar até três anos. Ele elogia condições para o tratamento em casa e destaca o apoio da esposa do heptacampeão.

A família e os fãs do piloto Michael Schumacher precisam ter paciência durante o longo processo de reabilitação, disse o médico francês Jean-François Payen nesta quinta-feira (23/10). Ele tratou o ex-piloto de F1 durante os mais de cinco meses em que esteve internado em Grenoble, no sul da França, após sofrer um grave acidente de esqui em dezembro do ano passado.

Em entrevista ao jornal Le Parisien, o chefe de Anestesia e Reanimação do Hospital Universitário de Grrenoble falou que a reabilitação pode durar de um a três anos. Payen reiterou que Schumacher, de 45 anos, chegou à clínica com um grave traumatismo craniano.

O ex-piloto ficou durante muito tempo em coma induzido, até ser transferido, em junho, para a clínica de reabilitação do Hospital Universitário de Lausanne, na Suíça. Em setembro, a assessoria do alemão anunciou que ele continuaria o tratamento em casa.

Payen continuou visitando Schumacher regularmente depois que ele deixou Grenoble. Ele afirmou que as condições favoráveis ao tratamento verificadas na casa da família ajudam na recuperação. Numa entrevista à emissora RTL France, o médico também elogiou a esposa de Schumacher, Corinna, que teria feito de tudo para garantir as condições para que o tratamento do marido avançasse.

Sobre o atual estado de saúde do heptacampeão de F1, Payen disse não poder dar detalhes devido ao sigilo médico. "Tudo que posso confirmar é que ele não está mais em coma."

O médico disse ainda ter esperança de que, algum dia, o ex-piloto volte a Grenoble para agradecer a todos que o salvaram. "Tenho essa esperança em relação a todos os meus pacientes", afirmou.

LPF/dpa/sid

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