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NOTÍCIAS

União Africana garante "apoio total e incondicional" ao Acordo de Paris

Depois da saída dos Estados Unidos, a União Africana quer acelerar a implementação do Acordo de Paris sobre alterações climáticas.

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Sede da União Africana, em Addis Abeba, Etiópia

"O continente africano, apesar de ser menos responsável que outros pelos fatores que causam as alterações climáticas, é o que sofre mais diretamente", refere o comunicado do presidente da União Africana (UA) e chefe de Estado da Guiné-Conacri, Alpha Condé.

No comunicado o presidente da organização pan-africana lembra que a UA "teve um papel preponderante durante os encontros da COP21 e subscreveu todos os compromissos" e, por isso, "reafirma o seu apoio total e incondicional ao Acordo de Paris".

A UA "exorta a comunidade internacional a aplicar e a acelerar a implementação dos acordos de Paris", lê-se no documento.

Porträt - Alpha Conde

Alpha Condé, Presidente da Guiné-Conacri e da União Africana

Condé pretende "sensibilizar o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre as questões do aquecimento global" durante a cimeira do G20, que vai decorrer em junho na Alemanha.

O anúncio de Alpha Condé acontece na sequência do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter anunciado, recentemente (31.05), a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris sobre alterações climáticas.

O Presidente da guiné-Conacri, Alpha Condé, foi eleito em janeiro para a liderança rotativa da UA. E é também o coordenador da Iniciativa africana para as energias renováveis (Arei), lançada na cimeira da COP21 em Paris, em dezembro de 2015.  

O Acordo de Paris pretende limitar a subida da temperatura mundial, reduzindo as emissões de gases com efeito de estufa. Entrou em vigor a 4 de novembro de 2016, depois de concluído em dezembro de 2015, na capital francesa. Foi assinado por 195 países e já ratificado por 147.

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