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Internacional

Nigéria: autoridades não confirmam se libertação de arqueólogos alemães foi paga

Polícia nigeriana diz que não está claro se resgate foi pago pelas autoridades alemães. Pesquisadores foram libertados no fim de semana e devem retornar para casa em breve.

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Polícia nigeriana faz guarda na residência dos arqueólogos alemães em Jenjela

Nesta segunda-feira (27.02), o porta-voz do Ministério de Negócios Estrangeiros da Alemanha, Martin Schaefer, confirmou que os dois acadêmicos libertados no fim de semana permaneceram na embaixada alemã em Abuja, capital da Nigéria, e devem retornar para casa em breve.

Entretanto, a polícia nigeriana disse que não está claro se um resgate foi pago pela libertação dos arqueólogos. O Governo da Alemanha, por sua vez, não comentou sobre negociações de reféns ou pagamentos de resgate.

O professor Peter Breunig e o seu assistente, Johannes Behringer, da Universidade Goethe de Frankfurt, foram raptados na quarta-feira passada na cidade de Jenjela, na província de Kaduna, a menos de 100 quilômetros de Abuja. Dois moradores locais que tentaram ajudá-los foram mortos pelos sequestradores.

A libertação dos dois arqueólogos ocorreu na noite de sábado (25.02), informou neste domingo um comunicado da polícia.

Os sequestradores fizeram contato direto com a embaixada alemã, segundo informou à agência de notícias Associated Press nesta segunda-feira um oficial de polícia envolvido na busca pelos criminosos. Na sexta-feira, um trabalhador de Jenjela disse à mesma agência que os sequestradores exigiram um resgate de 60 milhões de naira (200 mil dólares).

Segundo as autoridades da Nigéria, não está claro se os sequestradores foram pagos ou se eles foram pressionados pela operação maciça lançada pela polícia e forças de segurança do país.

O oficial da polícia disse que os agentes de segurança criaram um cordão para bloquear uma floresta espessa onde os sequestradores frequentemente fazem pessoas reféns. 

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