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Angola

MPLA celebra independência de Angola com homenagem a José Eduardo dos Santos

O partido no poder diz que o ex-Presidente é o "Arquiteto da Paz". Em texto comemorativo pelos 42 anos da independência de Angola, MPLA também reforça promessas eleitorais do Presidente João Lourenço.

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Segundo o MPLA, graças a JES, angolanos "herdaram um país unido"

O aniversário de 42 anos da independência angolana, este sábado (11.11), foi marcado pela homenagem que o bureau político do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) prestou ao ex-Presidente José Eduardo dos Santos – que deixou o cargo a 26 de setembro, após 38 anos no poder.

No texto comemorativo, o partido que governa Angola desde 1975 recorda a figura de José Eduardo dos Santos como "Arquiteto da Paz", e "de quem os angolanos herdaram um país unido".

"Em paz e com um povo reconciliado consigo próprio, facto que representa um importante capital, indispensável para poderem enfrentar e vencer os desafios do presente e do futuro", sublinha o bureau político, sobre o ex-Presidente do país, que se mantém presidente do MPLA.

"Melhorar o que está bem e corrigir o que está mal"

Angola Wahlkampf Joao Lourenco MPLA

João Lourenço assumiu o lugar de JES em setembro (foto de arquivo/março de 2017)

Na posição oficial sobre o 42.º aniversário da independência do poder colonial português, o bureau político do MPLA, que foi também um dos três movimentos de libertação nacional, assume que "no quadro da execução do atual Programa de Governo", o partido "vai melhorar o que está bem e corrigir o que está mal, aperfeiçoando os mecanismos que geram eficiência operacional e eficácia governativa na sua atuação".

"Reforçando permanentemente a qualidade do serviço das instituições do Estado angolano", refere o partido, mas sem falar no nome do Presidente da República e vice-presidente do MPLA, João Lourenço, que hoje preside as comemorações oficiais do 11 de novembro, que decorrem na província da Huíla, no sul do país.

Desde que assumiu o poder, João Lourenço já exonerou a administração de várias empresas públicas, algumas das quais nomeadas meses antes das eleições por José Eduardo dos Santos.

"No período 2017/2022, a ação governativa do MPLA será suportada por políticas estratégicas, que se consubstanciam na consolidação da paz, no reforço da democracia, da cidadania e da sociedade civil, na promoção do desenvolvimento humano sustentável e diversificado e na redução das desigualdades, em prol do bem-estar dos angolanos", garante o partido, prometendo ainda "combate à corrupção".

"A ação governativa dos próximos cinco anos consistirá, ainda, em assegurar o desenvolvimento harmonioso do território, com a descentralização e a municipalização e o reforço do papel de Angola no contexto internacional", aponta ainda o bureau político do MPLA.

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