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NOTÍCIAS

Maior investimento militar europeu em África em foco na mídia alemã

A maior participação militar da Europa em África ganhou grande destaque na imprensa alemã. Também o acordo no Sudão do Sul e greve dos mineiros na África do Sul estiveram nas páginas dos jornais.

O Frankfurter Allgemeine Zeitung traz uma série de reportagens sobre a aproximação entre Alemanha e França. Em sua página na internet, um vídeo revela como será a maior participação militar da União Européia em África, em especial na República Centro-Africana e no Mali.

O vídeo relembra a missão da França no Mali, destaca o contributo alemão na formação de soldados que será agora reforçado e o apoio da Alemanha na RCA, por meio de declarações da chanceler Angela Merkel, do ministro dos Negócios Estrangeiros, Frank-Walter Steinmeier, e também da ministra da Defesa, Ursula Von der Leyen.

A reportagem termina com Wolfgang Gehrcke, porta-voz do partido Die Linke, ou A Esquerda, que é contra o novo conceito militar conjunto de França e Alemanha.

Steinmeier erster Besuch in Brüssel bei Jose Barroso nach Amtsantritt als Außenminister

O novo ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Frank-Walter Steinmeier

Também a revista Der Spiegel reportou sobre a maior participação militar da União Européia em África. Num comentário, o jornalista Gregor Peter Schmitz, de Bruxelas, revela considerar tardia a decisão da Alemanha de reforçar a participação militar da EU, em África, uma vez que a França “já sustenta a política militar externa da Europa praticamente sozinha”.

No texto, o comentarista se pergunta se ainda é possível se confiar na França, um país que se recusa a fazer reformas necessárias e cujo Presidente, François Hollande, é manchete da mídia local devido a seu suposto novo caso amoroso.

Também o envolvimento na política internacional é enumerado: da coordenação da ação na Líbia, à presença no Mali e agora na República Centro-Africana. O texto encerra com a constatação de que a recente troca no ministério do Exterior alemão seria um divisor de águas para a política militar alemã, uma vez que o ex-ministro Guido Westerwelle teria propagado “uma cultura de contenção militar,” ao contrário de seu sucessor, Frank-Walter Steinmeier.

Unterzeichnung Waffenstillstandabkommen für Südsudan in Addis Abeba Äthiopien 23.01.2014

No Sudão do Sul, as partes em conflito assinaram um acordo de cessar-fogo

Acordo no sudão do Sul

O Frankfurter Allgemeine Zeitung baseou-se numa reportagem da agência France Presse para relatar o acordo entre as partes em conflito no Sudão do Sul, assinado nesta quita-feira (23.01) em Addis Abeba, capital da Etiópia. O Governo do Presidente Riek Machar teria concordado em libertar 11 presos, uma exigência dos rebeldes para o cessar-fogo.

Também o Der Tagesspiegel focou o acordo que prevê o calar das armas, assinado entre Governo e rebeldes no Sudão do Sul. A notícia é curta. “Após confrontos prolongados, as partes em conflito assinaram um cessar-fogo no Sul do Sudão,” escreve o jornalista e completa: “dentro de 24 horas, as batalhas devem ser encerradas, segundo o documento.”

Ouvir o áudio 03:43

Maior investimento militar europeu em África em foco na mídia alemã

Greve na África do Sul e julgamento de pirata na Alemanha

Já o jornal Neue Zücher Zeitung destacou a greve nas minas da África do Sul. Segundo o jornal, mais de 80 mil trabalhadores teriam suspendido as atividades.

A reportagem revela que a África do Sul passa por um momento de fraqueza econômica. O fundo Monetário Internacional (FMI) teria baixado a previsão de crescimento do país de 2,9 para 2,8%. O Governo teria se manifestado contra uma nova onda de greves.

E o Berliner Zeitung trouxe ainda uma notícia sobre o iníciodo julgamento de um suspeito de pirataria. Os advogados de defesa pediram o encerramento do processoque decorre em Osnabrück, acusando a polícia estadual e os promotores de não terem divulgado fontes de informação que consideraram duvidosas.

O réu é acusado de ter sequestrado, no largo do Corno de África, em 2010, o navio "Marida Marguerite" e ter abusado da tripulação por quase oito meses.

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