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Mário Soares

O político socialista foi Presidente e primeiro-ministro de Portugal. A seguir à revolução do 25 de Abril de 1974, Soares participou ativamente no processo de descolonização, como ministro dos Negócios Estrangeiros.

Nascido a 7 de dezembro de 1924, Mário Soares começou por lutar contra a ditadura fascista de António de Oliveira Salazar nas fileiras do Partido Comunista Português, mas depois afastou-se do PCP e seguiu uma linha mais moderada de esquerda. Foi preso 12 vezes pela polícia política portuguesa, a PIDE. Em 1968, foi deportado para São Tomé. Em 1973, fundou, com outros dissidentes, o Partido Socialista (PS) português, em Bad Münstereifel, perto de Bona, na Alemanha. Willy Brandt, na altura chanceler alemão, apoiou a criação do partido. Já como primeiro-ministro, em 1976, um dos temas que mais ocupou o Executivo de Soares foi a reintegração dos 500 mil portugueses que fugiram das ex-colónias, os "retornados". Em junho de 1985, o primeiro-ministro Mário Soares assinou o tratado de adesão à Comunidade Econômica Europeia (CEE), hoje União Europeia. Em 1986, Mário Soares subiu à cadeira da Presidência. Cinco anos mais tarde, foi reeleito. A seguir ao segundo mandato como Presidente, Mário Soares foi deputado europeu. Em 2006, aos 81 anos, candidatou-se pela terceira vez à Presidência da República. Porém, ficou em terceiro lugar, conquistando apenas 14,3 por cento dos votos.