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José Ramos-Horta

José Manuel Ramos-Horta é um político e jurista timorense, que foi Presidente de Timor-Leste entre 2007 e 2012. Foi galardoado com o Prémio Nobel da Paz em 1996.

Porta-voz internacional da causa de Timor-Leste, José Ramos-Horta nasceu a 26 de dezembro de 1949, em Timor. Aos 46 anos foi galardoado com o Prémio Nobel da Paz, juntamente com o bispo Dom Carlos Ximenes Belo, ambos defensores da autodeterminação do povo de Timor-Leste. Em 1974 fundou a Associação Social-Democrata Timorense (ASDT), que pouco tempo depois passaria a FRETILIN, onde desempenhou a função de Secretário para Relações Externas e Informação. No ano seguinte, durante o breve período de independência de Timor-Leste, declarada unilateralmente pela FRETILIN, foi Ministro das Relações Externas e Informação. A 7 de dezembro de 1975, o dia da invasão de Timor-Leste pela Indonésia, Ramos-Horta não se encontrava em Díli. Estava em Nova Iorque para representar a FRETILIN na Organização das Nações Unidas (ONU). Durante os 10 anos que se seguiram, Ramos-Horta foi o representante permanente da FRETILIN na ONU. Durante os seus anos no exílio, Ramos-Horta divulgou o caso de Timor-Leste nos mais altos tribunais e instituições. Em outubro de 2000 foi-lhe atribuído o cargo de ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo de transição em Timor-Leste. Ocupou este cargo até junho de 2006, altura em que apresentou a sua demissão por incompatibilidades com o primeiro-ministro Mari Alkatiri. Foi candidato às eleições presidenciais de 2007, as quais venceu. No ano seguinte, a 9 de fevereiro, foi vítima de um atentado na sua residência, levado a cabo por um grupo rebelde.

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