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Internacional

Israel congela ajuda a Angola

Israel diminui relações com países que votaram no Conselho de Segurança das Nações Unidas contra colonatos. Angola é um dos países afetados.

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Primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu

As relações entre Israel e os países que votaram a favor da resolução contra a colonização dos territórios palestinianos ocupados não foram suspensas, mas serão "reduzidas temporariamente", sublinhou o Ministério israelita dos Negócios Estrangeiros.

"Até nova ordem, limitaremos os nossos contactos com as embaixadas em Israel e evitaremos deslocações de responsáveis israelitas a estes países e a vinda dos seus responsáveis aqui", disse o porta-voz Emmanuel Nahshon à agência de notícias France-Presse. 

Esta é uma retaliação aos países que integram o Conselho de Segurança das Nações Unidas e votaram, na sexta-feira (23.12), uma resolução a exigir a Israel o fim "imediato" da política de colonatos nos territórios palestinianos.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, classidicou a resolução de "parcial e vergonhosa". 

Westbank Siedlung Givat Zeev

Conselho de Segurança disse que colonatos nos territórios palestinianos não têm "qualquer valor jurídico".

Consequências

Segundo Nahshon, Israel notificou Angola do congelamento do seu programa de ajuda. Chamou ainda os seus embaixadores na Nova Zelândia e no Senegal e anulou o seu programa de ajuda nos países da África Ocidental.

Os Estados Unidos da Amériica, a Rússia, China, França e Reino Unido têm assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Angola é atualmente membro não permanente, tal como o Senegal, Egito, Japão, Ucrânia, Malásia, Uruguai, Venezuela, Nova Zelândia e Espanha.

Os países não poderão ir a Israel "para aprender sobre a luta antiterrorista, a ciberdefesa, as tecnologias agrícolas e fazer, a seguir, o que querem na ONU", adiantou a ministra-adjunta israelita dos Negócios Estrangeiros, Tzipi Hotovely.

Segundo a imprensa, pelo menos duas deslocações foram canceladas ou adiadas, incluindo a visita a Israel do primeiro-ministro ucraniano, prevista para esta semana.

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