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Internacional

Guiné Equatorial é novo membro de pleno direito da CPLP

Decisão polêmica é questionada por integrantes da sociedade civil. Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, há 35 anos no poder, é para muitos observadores o pior ditador do continente.

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Presidente Teodoro Obiang Nguema

A Guiné Equatorial foi aceite, nesta quarta-feira (23.09), por consenso, como membro de pleno direito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Conforme informações da agência de notícias Lusa, não houve uma votação.

Esta decisão foi tomada na sessão restrita da X Cimeira da CPLP, que decorre em Díli, Timor-Leste, na qual a Guiné Equatorial não participou.

Fonte da delegação portuguesa disse aos jornalistas que "houve um consenso generalizado" favorável à entrada da Guiné Equatorial, mas também um "debate intenso", suscitado por Portugal. Conforme a Lusa, ficou combinado que o Presidente deste novo membro da CPLP, Teodoro Obiang, deve explicar os passos já dados e previstos para cumprir as condições de adesão.

Por sua vez, fonte da delegação brasileira, questionada pela Lusa, afirmou que os Estados-membros da CPLP "decidiram incorporar" a Guiné Equatorial, não tendo havido uma votação, mas "uma formação de uma opinião geral", que envolveu um debate: "as pessoas discutem, colocam os seus problemas, as suas visões", teria dito a fonte.

Mais cedo, o Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, havia dado sinais de bastante confiança na decisão positiva do bloco lusófono, afirmando que estava satisfeito com a entrada do seu país na comunidade antes mesmo da confirmação do aceite.

Obiang foi chamado, "como membro pleno", para se sentar à mesa onde se encontravam chefes de Estado e de Governo dos oito países que compõem a CPLP, durante a sessão solene de abertura da conferência.

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