Guiné-Bissau: Cidadãos Inconformados exigem eleições gerais ainda este ano | NOTÍCIAS | DW | 20.01.2018
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Guiné-Bissau: Cidadãos Inconformados exigem eleições gerais ainda este ano

Movimento cívico sai à rua este sábado (20.01) para defender realização de legislativas e presidenciais e renúncia do Presidente José Mário Vaz.

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Manifestação pela demissão do Presidente José Mário Vaz, em março de 2017

O movimento cívico guineense Cidadãos Inconformados manifesta-se este sábado com a realização de um comício em que vai exigir a realização de eleições gerais ainda este ano. Para os inconformados, movimento constituído na sua maioria por jovens dos liceus e das universidades e que se tem manifestado contra o regime em vigor na Guiné-Bissau, a realização de eleições legislativas e presidenciais "é a única saída para a crise política".

Em declarações à agência Lusa, o porta-voz do movimento, Sumaila Djaló, disse que, além da exigência de eleições gerais, vão voltar a defender a dissolução do Parlamento e a renúncia do Presidente José Mário Vaz. Para os inconformados, o chefe do Estado guineense "é o responsável 'número um' pela persistência da crise" no país.

Críticas à CEDEAO

No comício, que está marcado para as 17 horas, no Largo da Meteorologia, em Bissau, a organização promete também "atacar o comportamento da CEDEAO", pela forma como tem conduzido a mediação da crise guineense, disse Sumaila Djaló.

Djaló considera que a Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO) "tem de ser mais incisiva" na busca de uma solução para a crise que assola a Guiné-Bissau há cerca de três anos.

Na quinta-feira (18.01), uma delegação da CEDEAO deu por terminada uma missão de dois dias à Guiné-Bissaucom ameaças de sanções aos que dificultarem o fim da crise política.

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