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NOTÍCIAS

Conselho de Estado da Guiné-Bissau analisa crise política no país

A reunião do Conselho de Estado da Guiné-Bissau, que esteve prevista para a passada quinta-feira (02.03), está a decorrer desde a tarde desta segunda-feira (06.03).

Guinea-Bissau Jose Mario Vaz (Getty Images/AFP/S. Kambou)

Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz

O Conselho de Estado é um órgão de consulta do Presidente da República da Guiné-Bissau, cujo parecer não é vinculativo, e em que têm assento os titulares dos órgãos de soberania, líderes de partidos com assento parlamentar e representantes das bancadas no Parlamento.

Têm ainda assento no órgão alguns conselheiros indicados pelo chefe do Estado.

Em cima da mesa está a análise à crise política no país, à luz da decisão da Comissão Permanente do Parlamento que chumbou, na última semana, o pedido do Governo para que o seu plano de ação fosse discutido na plenária da Assembleia Nacional Popular.

Líder do PRS acredita que Governo guineense vai até fim da legislatura

Guinea-Bissau - Proteste gegen die Regierung (DW/B. Darame)

Manifestação contra o Governo da Guiné-Bissau ( fevereiro de 2017)

Alberto Nambeia, líder do Partido da Renovação Social (PRS), que sustenta o Governo da Guiné-Bissau, disse esta segunda-feira (06.03) acreditar que o executivo de Umaro Sissoco Embaló vai ficar em funções até ao fim da legislatura, em 2018.

"Estamos a ouvir por estes dias que o Governo vai cair", mas "este Governo vai até ao final da legislatura", considerou Alberto Nambeia, num comício popular com militantes do PRS na localidade de Ingoré, norte do país.

O dirigente falou no mesmo dia em que o Presidente da República convocou uma reunião do Conselho de Estado para analisar a situação política do país.

O líder dos "renovadores" guineenses criticou quem trabalha "com intenções" de bloquear, no Parlamento, a ação do Governo, para fazer com que o Presidente da República demita o executivo.

Ouvir o áudio 03:29

Entrevsita com Braima Darame, correspondente da DW em Bissau

"Isso não vai acontecer, o Governo vai até ao fim da legislatura", disse Nambeia, mas sem detalhar como.

O líder do PRS desafiou os que contestam a equipa a "abrirem o Parlamento" para que se possa saber se os deputados estão a favor ou contra o executivo - Alberto Nambeia disse acreditar que a maioria apoia o Governo.

Divergências internas no PAIGC, partido mais votado em 2014, e entre este e o PRS têm bloqueado o parlamento: desde a demissão do Governo de Domingos Simões Pereira, em 2015, já foram nomeados outros quatro, mas nenhum conseguiu fazer aprovar o programa ou Orçamento do Estado.

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