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NOTÍCIAS

Cinco partidos formalizaram suas candidaturas às eleições gerais de Angola

A CASA-CE, terceira maior força política angolana, formalizou, esta sexta-feira (12.05), a sua candidatura às eleições gerais de 23 de agosto. MPLA, UNITA, APN e FNLA já haviam entregue as listas.

A Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE) submeteu, esta sexta-feira (12.05), ao Tribunal Constitucional do país a sua candidatura às eleições gerais de 23 de agosto – agrupada em 63 pastas e apoiada por 18.126 assinaturas.

O líder da coligação, Abel Chivukuvuku, é o cabeça de lista candidato da CASA-CE a Presidente da República.

A decisão de indicá-lo foi aprovada também esta sexta-feira (12.05), durante a reunião ordinária do Conselho Deliberativo Nacional da coligação, em Luanda, e divulgada pelo vice-presidente da CASA-CE, Lindo Bernardo Tito.

A vice-presidente da Convergência coligação, Cesinanda Xavier, mandatária da candidatura, disse que a CASA-CE, parte para estas eleições mais reforçada com a integração de duas novas forças políticas - Bloco Democrático (BD) e Partido Democrático para o Progresso e Aliança Nacional de Angola (PDP-ANA).

"Não é que estivéssemos fragilizados, mas quantos mais partidos se coligarem melhor, porque vão satisfazer os anseios da população," afirmou.

Na reunião ordinária do Conselho Deliberativo Nacional foi aprovada a adesão do BD e PDP-ANA, que se juntam ao Partido de Aliança Livre de Maioria Angolana (PALMA), Partido Nacional de Salvação de Angola (PNSA), Partido Pacífico Angolano (PPA) e PAADA - Aliança Patriótica.

Angola Luanda Abel Chivukuvuku, Führer der Koalition CASA-CE (DW/N. Sul d'Angola)

Abel Chivukuvuku, líder da CASA-CE

Só falta o PRS

Com a formalização da CASA-CE, entre resta apenas apresentar a sua candidatura ao Tribunal Constitucional o Partido de Renovação Social (PRS).

Além de Abel Chivukuvuku, pela CASA-CE, foram já divulgados os nomes de João Lourenço, cabeça de lista do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), Isaías Samakuva, pela União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Lucas Ngonda, pela Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) e Quintino Moreira, pela Aliança Patriótica Nacional (APN).

A Constituição angolana aprovada em 2010 prevê a realização de eleições gerais a cada cinco anos, elegendo 130 deputados pelo círculo nacional e mais cinco deputados pelos círculos eleitorais de cada uma das 18 províncias do país (total de 90).

O cabeça-de-lista pelo círculo nacional do partido ou coligação de partidos mais votado é automaticamente eleito Presidente da República e chefe do executivo, conforme define a Constituição, moldes em que já decorreram as eleições de 2012.

Angola contará com 9.317.294 de eleitores no pleito eleitoral de agosto, segundo dados oficiais que o Ministério da Administração do Território entregou à Comissão Nacional Eleitoral (CNE) angolana.

Angola Wahlkampf Joao Lourenco MPLA

João Lourenço, cabeça de lista do MPLA

Educação cívica

A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) realizou, esta-sexta-feira (12.05), sessão extraordinária em plenário que analisou e aprovou o calendário das atividades para a educação cívica eleitoral e o regulamento de avaliação dos comissários eleitorais designados pelo Conselho Superior da Magistratura.

Ao final do encontro, a porta-voz da CNE, Júlia Ferreira, estimou o início das atividades referentes à educação cívica eleitoral ainda este mês para concluir no dia do ato eleitoral.

O calendário prevê a definição de critérios para a seleção dos agentes de educação cívica eleitoral, a formação dos formadores nacionais, dos formadores provinciais, o lançamento nacional e oficial da campanha de educação cívica eleitoral e o lançamento dos agentes de educação cívica eleitoral a nível de todas as províncias do país.

"Significa que depois de os agentes cívicos eleitorais serem lançados no terreno vão desenvolver a sua atividade no sentido de informar, sensibilizar os cidadãos eleitores sobre a forma como devem exercer o seu direito de voto até à altura de realização do pleito eleitoral", explicou.

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