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Moçambique

Centro Moçambicano-Alemão dinamiza cultura em Maputo

Novo centro cultural instalado no Centro Cultural Franco-Moçambicano propõe várias atividades, incluindo debates de temas atuais, como o empoderamento da mulher, e entrevistas com académicos.

França, Alemanha e Moçambique estão lado a lado para dinamizar a cultura, desde a poesia, música e artes plásticas, até debates sobre o empoderamento da mulher. Trata-se de um novo Centro Cultural Moçambicano-Alemão, CCMA, que está bem ao lado das instalações do Centro Cultural Franco-Moçambicano. Inaugurado oficialmente a 23 de fevereiro de 2017, o CCMA oferece atividades linguísticas e culturais.

Os objetivos continuam os mesmos que vinham sendo levados a cabo pelo Instituto Cultural Moçambique-Alemanha, ICMA, segundo Birgit Plank Mucavele, diretora do centro: "O sentido não mudou tanto porque os objetivos continuam a ser os intercâmbios no âmbito do ensino da língua alemã”.

Poesia e música 

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Centro Moçambicano-Alemão dinamiza cultura em Maputo

Para além de ensinar a língua alemã, o novo Centro Cultural Moçambicano-Alemão vai também promover várias atividades. É o caso da poesia que, segundo a diretora, "não pode faltar, porque é uma maneira de juntar diferentes povos”. "Podemos discutir temas atuais através das declamações”, garante Birgit Plank Mucavele.

Os novos desafios culturais do CCMA passam também pela música - um campo em que muitos jovens se põem à prova. "É uma espécie de dia fixo para todos os artistas e todos aqueles que querem fazer parte desse movimento artístico cultural”, explica a diretora.

Mulher moçambicana em debate

A ideia de instalar o CCMA no Centro Cultural Franco-Moçambicano faz sentido. Os projetos entre França e Alemanha estão integrados num fundo criado pelos dois países, visando apoiar a poesia em Moçambique – algo que tem tido sucesso entre o público jovem.

O novo CCMA traz também outra novidade: debates sobre o empoderamento da mulher moçambicana. "Chama-se algo mais para nós, as mulheres. Nós abrimos o nosso espaço para esse tipo de eventos. Vai ser um evento mais intercultural porque há muitas mulheres jovens que vivem aqui”, diz Birgit Plank Mucavele.

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