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Angola

Angolanos reivindicam informações sobre saúde do Presidente

Presidente José Eduardo dos Santos encontra-se em Barcelona, Espanha, desde 1 de maio onde a sua saúde terá apresentado complicações. O assunto, entretanto já desmentido pela família, despoletou debate nas redes sociais.

Não é a primeira vez que os cidadãos angolanos reivindicam nas redes sociais a ausência de informação sobre o estado de saúde e a ausência prologanda do Presidente José Eduardo dos Santos. 

Em junho de 2013, registou-se a mesma situação.  Eduardo dos Santos esteve mais de três semanas em Barcelona e não foi prestada qualquer informação pelas autoridades do país.

Quase cinco anos depois, a situação repete-se. Nessas circunstâncias, aconselha o docente universitário Osvaldo Mboko,  deve ser dada sempre informação aos cidadãos para que as especulações sejam evitadas.

"Um desmentido formal por parte dos órgãos de assessoria do Presidente da República de Angola serviria para desanuviar essas informações que estão a ser veiculadas nas redes sociais", afirma Mboko. 

Agravamento do estado de saúde?

Uma noticia veiculada pelo site Makangola e retomada por alguns órgãos internacionais dava conta do agravamento da saúde de José Eduardo dos Santos.

Na rede social Facebook, chegou-se a especular sobre a morte de Eduardo dos Santos. Entretanto, quer a informação da morte como a da complicação da saúde já foram desmentidas por Isabel dos Santos, filha do Presidente angolano.

O analista Osvaldo Mboko aponta essa fonte familiar como sendo um dado importante que deve ser tido em conta pelos cidadãos.

"Já houve um desmentido do MPLA mas também por parte da família, entendemos que essa deve ser a informação que o povo angolano deve ter e aceitar".

Recorde-se que, em novembro de 2016, a visita do Chefe de Estado a Barcelona, Espanha, foi interrompida por causa da morte do seu irmão mais velho Avelino dos Santos.

Ouvir o áudio 02:22

Angolanos reivindicam informações sobre saúde do Presidente

Transição acautelada pelo MPLA

O atual Presidente da República e do MPLA não vai concorrer às eleições gerais de 23 de agosto tendo indicado João Lourenço como cabeça de lista dos "camaradas”.

Em 2018, abandona a vida política ativa. Com o anúncio começou a desenhar-se uma transição política em Angola. Uma transição que pode complicar-se caso a informação da sua morte venha a confirmar-se, notam alguns analistas em Angola, mas Osvaldo Mboko descarta a especulação do seu passamento fisico e diz que a transição foi acautelada pelo MPLA.

"Acredito que o MPLA acautelou todos esses pormenores. Se está a fazer uma transição que poderá ser um exemplo ao nível de África. Essas especulações não poderão por em causa a transição política que o país atravessa", concluiu.

 

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